Advertisement

De setembro/2022 até hoje(16/02) foram notificados 7.675 casos de dengue no AM

No Amazonas foram notificados 7.675 casos notificados de dengue
Compartilhar

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), atualiza, nesta quinta-feira (16/02), o cenário de dengue no Amazonas. A edição está disponível no site da FVS-RCP, em: https://bit.ly/3S4odVsNo Amazonas, no período de setembro de 2022 até esta quinta-feira (16/02), foram notificados 7.675 casos notificados de dengue e registrados 4 óbitos pela doença.

Na classificação de municípios do Estado do Amazonas com maiores taxas de incidência estão: Benjamin Constant (3.710,5), Tonantins (3.445,7), Jutaí (3.223,9), Ipixuna (3.185,6), Humaitá (2.316,6), Atalaia do Norte (1.499,9), Guajará (936,4), Santo Antônio do Içá (708,5), Tabatinga (581,0) e São Paulo de Olivença (541,2).

Atendimento

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) destaca que, em caso de suspeita de dengue, a pessoa deve procurar a unidade de saúde mais próxima para receber avaliação médica.

Dengue

A dengue é uma doença infecciosa febril aguda, que pode se apresentar de forma benigna ou grave, dependendo de alguns fatores, como o vírus envolvido, infecção anterior pelo vírus da dengue e fatores individuais como doenças crônicas (diabetes, asma brônquica e anemia falciforme).

Transmissão

O tempo médio do ciclo é de 5 a 7 dias, e o intervalo entre a picada e a manifestação da doença chama-se período de incubação. É só depois desse período que os sintomas aparecem. Geralmente os sintomas se manifestam a partir do 3° dia depois da picada do mosquitos.

Medidas de Prevenção

A melhor forma de evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. A orientação é a adoção da lista de verificações (checklist) semanal, de 10 minutos de duração, em que a população possa agir para identificar os possíveis criadouros, como garrafas, vasos de plantas, pneus, bebedouros de animais, sacos plásticos, lixeiras, tambores e caixas d’água.

FOTO: Arquivo/FVS-RCP

Acesse o www.culturaamazonica.com.br e saiba mais sobre a região amazônica: tudo sobre política, educação, sociedade, economia, empreendedorismo, turismo, linguagens e técnicas artísticas.

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *