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O retorno da Dourada: Psica 2025 mira os Andes e reverbera o Norte para o mundo

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O Festival Psica conta com dois dias de festival, com dezenas de shows. O anúncio dos primeiros nomes confirmados, acontecerá no próximo 6 de maio (terça-feira). O evento amazônico acontece entre os dias 12, 13 e 14 de dezembro. Ingressos aqui.

Depois de uma edição histórica, com atrações internacionais e um público recorde de mais de 100 mil pessoas em 2024, chegou o momento do retorno da Dourada.

Programação

Sexta-feira (12/12)- Programação gratuita em cinco palcos a céu aberto no bairro da Cidade Velha. E

Sábado (13 e 14/12- Festival ocupa o Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, em 5 palcos numa imersão na cultura pan-amazônica a partir do olhar das periferias do Norte brasileiro.

O Festival Psica 2025 tem patrocínio máster da Petrobras através da Lei de Incentivo à Cultura Rouanet. A realização é da Psica Produções, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução.

O retorno

O conceito da edição 2025 é o caminho de volta do percurso do peixe “dourada”, que faz a mais longa migração de água doce do mundo: são mais de 11 mil quilômetros percorridos na imensidão da Amazônia. Depois de descer a cordilheira dos Andes, no Peru, onde nasce o rio Amazonas no Brasil, até o Pará, no Estuário amazônico, agora a ideia é fazer o caminho contrário: mostrar a influência e contribuição da cultura da foz em toda a extensão do rio e na cultura latina. Da melodia caribenha às maracas do carimbó, o festival está de ouvidos abertos para pluralidade rítmica forjada no fluxo de trocas e vivências milenares neste território continental.

Consolidado

O Psica é o maior festival da região Norte e em mais de uma década de existência, já trouxe para Belém shows inesquecíveis: Elza Soares, Alcione, Chico César, Daniela Mercury, Urias, Liniker, Luedji Luna, Marina Sena, além de performances exclusivas de Gaby Amarantos, Viviane Batidão e Madame Saatan.

Origem

O Psica surgiu em 2012, a partir da inquietação de dois homens pretos periféricos, nascidos e criados na região metropolitana de Belém, que apostaram no protagonismo da Amazônia. Nesta edição, a proposta é reverberar os ritmos feitos de batuques, suingues e samples que se espraiam em ondas sonoras pelos países, becos, etnias e sotaques desse território colossal, mundiado pela ancestralidade miscigenada que conecta povos, histórias, raízes e nos fazem gigantes.

Informações nas redes sociais do Psica: PSICA (@festivalpsica)

Foto: Nay Jinknss / Rolling Stone Brasil

Acesse o www.culturaamazonica.com.br e saiba mais sobre a região amazônica.

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