O humor, a criatividade e o pertencimento nortista ganharam forma em uma peça de roupa que já desperta desejo e reflexão: a camisa “Seja Nortista, Seja Gaiato”, criada pela artista e ativista Sarah Campelo, referência em ações coletivas como @arteocupa e @artebusao.
A ideia nasceu no laboratório de serigrafia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), quando Sarah reinterpretou a famosa frase de Hélio Oiticica, “seja herói, seja marginal”, para o contexto regional. A nova mensagem “seja nortista, seja gaiato” carrega o humor inteligente, a ligeireza e a criatividade que marcam a identidade manauara.
“Pra mim, ser gaiato é coisa boa. É inteligência, é esperteza sem maldade. É rir da vida sem se curvar. Essa camisa é arte pública que se veste, circula e provoca”, explica Sarah.
Com tecido 100% algodão, reforços nos ombros e acabamento cuidadoso, a peça não se limita a ser uma estampa. Além da serigrafia manual, a camisa traz uma etiqueta interna personalizada, com a frase “não seja bocó, seja gaiato”, um detalhe que arranca risos e provoca reflexões.
Arte que ocupa o corpo e o cotidiano
A camisa já circulou em exposições, como a mostra do artista Zag na Galeria do Largo, mas a criadora sonha vê-la também nas ruas: nas feiras, nas praças, nos protestos e nos shows.
“As pessoas querem se ver representadas. Há uma fome de vestir o que fala da própria história e vivência. Essa camisa é uma forma de afirmar: ‘eu sou é daqui’”, completa Sarah.
Onde encontrar
A peça está disponível nos tamanhos P, M, G e GG, com vendas diretas pelo Instagram @sarahcampelo_ ou pelo WhatsApp (92) 98462-6377. Além da camisa, estão em desenvolvimento outros produtos, como broches, adesivos e acessórios. No futuro, novas frases e peças ligadas aos projetos culturais da artista devem ampliar a coleção.
Sobre Sarah Campelo
Artivista amazônida, Sarah atua em coletivos que transformam a cidade em espaço de arte, humor e crítica social. Seu trabalho é marcado pela identidade amazônica, pela ocupação de espaços públicos e pela valorização das expressões populares.
Acesse o www.culturaamazonica.com.br e saiba mais sobre a região amazônica.

















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