Conexão Cultural| Reunindo artistas de quatro países (Brasil, Espanha, México, Argentina e Canadá) e cinco estados brasileiros (São Paulo, Amazonas, Minas Gerais, Paraíba e Rio de Janeiro), a Cia. Paideia de Teatro realiza a 19ª edição do Festival Internacional Paideia de Teatro para a Infância e Juventude: Uma Janela para a Utopia, de 19 a 27 de setembro. Por meio de espetáculos, oficinas e mesas de discussão, o evento busca fortalecer o teatro para crianças e jovens, promovendo a solidariedade, a colaboração e a troca de experiências. As atrações acontecem em quatro espaços: Teatro Paideia, Sesc Santo Amaro, Centro Cultural Santo Amaro e no Teatro Paulo Eiró.
A programação reúne diferentes linguagens e temas. Entre os destaques, a companhia espanhola Animal Religion apresenta Copiar, que desafia a má reputação da cópia, mostrando-a como um ato natural e essencial para a sociedade. Da capital amazonense, a Cia. Buia Teatro encena Bertoldo, Estudo N.1, uma adaptação do conto de Bertolt Brecht que usa música e formas animadas para estimular o senso crítico de crianças e famílias.
Já a Cia. Paideia Jovem e Kinesis evoca memórias do público para questionar a perda da infância e a adaptação na transição para a adolescência na peça Infâncias. Com 28 anos de trajetória, o grupo As Meninas do Conto integra a programação com Joana e o Príncipe Silencioso, espetáculo que combina narração, música e teatro em uma experiência poética que reafirma o protagonismo feminino no palco.
A programação também inclui oficinas voltadas à criatividade de crianças e jovens. O ator Eucir de Souza, conhecido por sua versatilidade no teatro e cinema, ministra a oficina Sobre Criar Espaços, na qual os participantes poderão explorar seus sentimentos mais profundos e usar ferramentas teatrais para materializar seus desejos. O público também pode frequentar mesas de discussão que abordam assuntos como as perspectivas do teatro para a infância e juventude e a primeira infância no teatro.
“Diante de um mundo marcado por conflitos e intolerância, o festival se apresenta como um ato de resistência e esperança. Por meio da arte, educação e cultura, o evento busca nutrir as novas gerações, preparando-as para um futuro mais justo e respeitoso. Apesar de um cenário desafiador para a cultura, a iniciativa se fortalece pela solidariedade e colaboração de artistas, voluntários e apoiadores de diversas partes do mundo. Todos unidos pela crença de que o teatro para crianças e jovens é uma ferramenta fundamental para transformar a sociedade”, enfatiza Aglaia Pusch, diretora e curadora do festival.
Histórico
Desde sua criação em 2007, o Festival Internacional Paideia de Teatro para a Infância e Juventude, com o lema “Uma Janela para a Utopia”, tem sido um evento anual e contínuo, mesmo durante a pandemia. Realizado pela Cia. Paideia de Teatro, o festival tem como principal objetivo promover o intercâmbio entre grupos teatrais e o público de São Paulo. Ele se destaca como um dos poucos festivais no Brasil com foco específico em crianças e jovens, oferecendo a eles a chance de conhecer a produção artística de diversos países a preços acessíveis ou gratuitamente. Além de ser uma plataforma para a cena teatral paulistana, o evento facilita o diálogo e o intercâmbio entre artistas nacionais e internacionais por meio de apresentações, debates e mesas de reflexão.
Ao longo dos anos, o festival recebeu grupos e artistas de diferentes partes do mundo, incluindo países da Europa, Ásia, América, África e Oceania. Artistas de 21 países já participaram, incluindo Alemanha, Argentina, Canadá, Chile, Dinamarca, Espanha, Itália, Japão, México, Nigéria, Portugal e Suíça. O evento também serve como um momento de visibilidade para a cena teatral brasileira, com a participação de importantes grupos e artistas de diversos estados. O festival também oferece oficinas, que proporcionam um ambiente seguro para que crianças e jovens explorem sua criatividade e se conectem com diferentes linguagens artísticas e culturais. A colaboração e o apoio da comunidade são elementos essenciais para a realização do festival, com os jovens do Núcleo de Vivência Teatral se preparando durante o ano todo para ajudar na organização e acolhimento dos artistas.
A Cia. Paideia de Teatro construiu uma sólida rede de parcerias que tem sido fundamental para o sucesso do festival. O Sesc São Paulo é parceiro desde a primeira edição, oferecendo apoio logístico e programático. Instituições como o Instituto Mahle, Instituto Goethe e consulados de diversos países também têm contribuído ao longo dos anos, permitindo a realização de intercâmbios e residências artísticas. A Paideia agradece a Prefeitura de São Paulo pela concessão do espaço que a Cia. Paideia de Teatro ocupa há 19 anos em Santo Amaro. O festival também se destaca pela sua abordagem de levar o teatro para a escola e, principalmente, a escola para o teatro, ampliando o acesso à cultura e promovendo a reflexão, o aprendizado e a conexão das crianças com o mundo. O trabalho da Cia. Paideia já foi reconhecido com diversos prêmios, incluindo o Prêmio Shell de Teatro (2019) e o Prêmio Governador do Estado de São Paulo para a Cultura (2017).
Programação – Festival Internacional Paideia de Teatro 2025
Paideia – Rua Darwin, 153 – Jardim Santo Amaro, – 04741-010. Telefone: (11) 5524-1468
Sesc Santo Amaro – Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro, São – 04752-005. Telefone: (11) 5541-4000
Centro Cultural Santo Amaro – Av. João Dias, 822 – Santo Amaro, – 04724-001. Telefone: (11) 5541-7057
Teatro Paulo Eiró – Av. Adolfo Pinheiro, 765 – Santo Amaro, – 04733-100.
Telefone: (11) 5546-0449
ESPETÁCULOS
Espetáculo: Copiar. Companhia/Artista: Animal Religion. Espanha.
Dias 19 e 20 de setembro, sexta-feira, às 15h, e sábado, às 16h, Sesc Santo Amaro
Duração: 50 minutos. Classificação: 8+. Idioma: Sem palavras. Ingressos: Gratuito
O espetáculo desafia a má reputação da cópia, mostrando como ela é um ato natural e essencial para a sociedade, o aprendizado e a conexão humana. O público assiste um grupo de crianças de 8 a 10 anos, sem ensaio prévio, participando de uma apresentação lúdica e emotiva, onde a única regra é a cópia.
Animal Religion é uma companhia de circo que busca novos caminhos no circo contemporâneo e na interdisciplinaridade, focando em circo, luz e música. Com 12 anos de carreira, a companhia já realizou nove espetáculos, recebeu prêmios, como o Prêmio Especial Cidade de Barcelona em 2016, e fez parcerias com diversas instituições.
Ficha Técnica: Direção e Cenografia: Animal Religion | Circo: Quim Giron | Iluminação: Jou Serra | Música e Dramaturgia: Joan Cot Ros | Interpretação: Magí Serra | Textos de voz em off: Martí Sales | Locução: Berta Giraut | Construção de iluminação: Cube Peak | Apoio na confecção cenográfica: Mariona Signes | Gestão e produção de turnê: Jaume Nieto / Imaginart | Produção administrativa: ElClimaMola | Coprodução: Mercat de les Flors e laSala Centre de Creació d’Arts Per a les Famílies – Sabadell | Colaboração: Espacio Abierto Quinta de los Molinos – Madrid, CCCB e Can Gassol Centre d’Arts Escèniques – Mataró | Apoio: ICEC del Departamento de Cultura de la Generalitat de Catalunya
Este espectáculo faz parte da 3ª edição do Circuito Iberoamericano Imaginart 2025.
Espetáculo: Sensacional. Companhia/Artista: Imaginart. Espanha
Dia 20 de setembro, sábado, às 11h e 11h45, no Teatro Paulo Eiró.
Duração: 15 minutos. Classificação: 18 meses a 3 anos. Idioma: Sem palavras. Ingressos: Gratuitos *número máximo de crianças por sessão: 20
Uma explosão de imagens e sons que se espalham por toda parte. Uma experiência visual e sonora surpreendente. Um piso macio de cor branca. Tudo é branco, até mesmo as roupas das crianças, que se vestiram com roupas dessa cor antes de entrar. O piso é uma grande tela onde são projetadas imagens de alta resolução que preenchem todo o espaço e os corpos dos participantes. As crianças se deixam levar pela força das imagens, pelo jogo que elas provocam, pela trilha sonora sugestiva.
A Imaginart é uma companhia que promove o acesso à arte global, produzindo e distribuindo eventos de artes cênicas e visuais. Seu objetivo é formar públicos e redes de colaboração por meio de turnês, defendendo a arte como um pilar fundamental para o progresso individual e social.
FICHA TÉCNICA:
Idealização e direção: Eulàlia Ribera y Jordi Colominas. Realização e grafismo: Carles Porta
Animação: Romina Leon y Carles Porta. Mediação dançada: David Gastelú / Isaac Verdura / Catalina Lans. Composições musicais e ambientes sonoros: Josep Maria Baldomà. Uma produção Imaginart
Este espetáculo faz parte da 3ª edição do Circuito Iberoamericano Imaginart 2025
Espetáculo: Na Lista dos Vivos. Companhia/Artista: Eucir de Souza. São Paulo
Dia 24 de setembro, quarta-feira, às 9h30, no Teatro Paideia.
Duração: 55 minutos. Classificação: 12+. Idioma: Português. Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)*
Durante a pandemia do Covid 19, um homem chega em sua casa. Ele está paramentado, protegido, carregando sacolas de compras. No chão, na entrada, encontra cartas deixadas pelo correio. A leitura delas transformará sua rotina no isolamento.
O ator Eucir de Souza, formado pela Escola de Arte Dramática da USP, é reconhecido por sua versatilidade no teatro, cinema e televisão. Com mais de duas décadas de carreira, ele se destacou em diversas produções, como nos filmes O Menino da Porteira e Salve Geral. Além de atuar, Eucir dedica-se à direção e à formação de novos talentos, evidenciando seu compromisso com a arte.
FICHA TÉCNICA:
Baseado em crônicas do livro “Minha Vida no Crime” (www.giostrieditora.com.br)
Textos: Mário Viana. Com: Eucir de Souza. Dramaturgista: Mayara Ribeiro Guimarães. Trilha sonora: Brina Costa e Paulo Mutti. Luz e apoio Técnico: Bruno Caraíba. Fotos: Ruy Fraga. Criação audiovisual: Dani Sandrini. Produção: Marisa Oliveira. Direção: Márcio Mehiel
Espetáculo: Ao Redor da História . Companhia/Artista: Teatro da Pedra . São João Del-Rei, MG.
Dia 24 de setembro, quarta-feira, às 11h, no Centro Cultural Santo Amaro.
Duração: 50 minutos. Classificação: Livre – indicado para idosos e suas famílias. Idioma: Português. Ingressos: Gratuitos.
O coletivo mineiro Teatro da Pedra, com uma década de história e apresentações internacionais, leva para o palco a riqueza da cultura oral de Minas Gerais. O grupo, sediado em São João del-Rei, apresenta um espetáculo que foge do formato convencional, encenado no centro de uma roda de conversa com a plateia. Embalado por músicas caipiras e causos de vida, o espetáculo celebra a sabedoria e a coragem do povo rural. As narrativas se transformam a cada apresentação, convidando o público a se conectar com a força da cultura popular.
FICHA TÉCNICA:
Direção e dramaturgia: Juliano Pereira. Elenco: Elis Ferreira, Fernanda Nascimento, Gustavo Rosário e Priscila Mathilde. Músico: Guilherme Teixeira. Preparação vocal: Fernanda Nascimento e Guilherme Teixeira. Figurino: Olívia Lima do Ateliê Pano de Roda. Costureira: Lourdes M. Fernandes. Cenografia: Teatro da Pedra. Cenotécnica: Valdecir da Trindade Detomi. Fotografia e vídeo: Luana Longatti e Vinícius Cruz. Design gráfico: Dudu Canaan. Coordenação de comunicação: Najla Passos. Imersão de criação: Comunidade de Caquende. Agradecimentos: Moradores do distrito de Caetano Lopes, em Jeceaba (MG)
Espetáculo: Bertoldo, Estudo N.1 – Brecht para as Infâncias. Companhia/Artista: Cia Buia Teatro. Manaus, AM.
Dias 24 e 25 de setembro, quarta-feira, às 15h, e quinta-feira, às 10h, no Sesc Santo Amaro.
Duração: 55 minutos. Classificação: Livre. Idioma: Português. Ingressos: Gratuitos. A apresentação de quinta-feira será seguida de uma conversa com o grupo e a autora do texto Christine Röhrig.
A renomada Cia Buia Teatro, eleita o Melhor Grupo de Teatro do Brasil no Prêmio Cenym 2022, traz de Manaus o espetáculo Bertoldo, Estudo N.1 – Brecht para as Infâncias. Adaptado do conto de Bertolt Brecht, a peça dirigida por Tércio Silva utiliza música e formas animadas para contar a história de Bertoldo, um tubarão que planeja enganar os peixinhos com a ajuda do Professor Ninguém. O espetáculo, que se destaca por sua abordagem teatral que expõe os artifícios de cena, estimula o senso crítico de crianças e famílias. Com figurinos inspirados na obra de Bispo do Rosário, a produção promove uma experiência visual rica, incentivando a reflexão sobre questões sociais e éticas. A peça é uma prova da dedicação da companhia à cultura infanto-juvenil e ao desenvolvimento de públicos no Norte do Brasil.
FICHA TÉCNICA:
Elenco: Arnaldo Barreto, Dimas Mendonça, Elton Nogueira, Maria Hagge e Diirr. Texto: Christine Röhrig. Direção e concepção: Tércio Silva. Direção Musical: Regina Santos e Elton Nogueira. Visagismo: Eugênio Lima. Músicas e Composições Originais Gustavo Kurlat e Tércio Silva. Estandartes: Sergio Nascimento. Letras: Tércio Silva e Gustavo Kurlat. Iluminação: Orlando Schaider. Direção de Movimento: Monique Andrade. Formas Animadas: Dante e Diirr. Figurinos e Bordados: Maria Hagge. Produção Geral: Buia Teatro. Costura: Solange Ramos. Identidade Visual Gráfica: Dante. Consulta e Tratamento de Arte: Márcio Vinícius
Espetáculo: Joana e o Príncipe Silencioso. Companhia/Artista: As Meninas do Conto. São Paulo.
Dia 25 de setembro, quinta-feira, às 15h, no Centro Cultural Santo Amaro.
Duração: 60 minutos Classificação: 7+. Idioma: Português. Ingressos: Gratuitos.
O premiado grupo As Meninas do Conto, uma referência na arte de narrar histórias para todas as idades, apresenta o espetáculo Joana e o Silêncio do Príncipe. Com 28 anos de trajetória, a companhia liderada por Simone Grande se destaca por colocar a palavra no centro de sua poética.
Na peça, duas Andarilhas narram a jornada de Joana, uma jovem de um reino distante que aceita o desafio de tirar o Príncipe de um profundo silêncio. Munida de histórias e lembranças de sua avó, ela parte para libertar o reino da tristeza. O espetáculo mistura narração, música e teatro, criando uma experiência mágica que reafirma o compromisso do grupo com a excelência artística e a presença feminina no palco.
FICHA TÉCNICA:
Projeto: Grupo As Meninas do Conto. Direção: Eric Nowinski. Dramaturgia: Simone Grande e Paulo Rogério Lopes. Atrizes: Simone Grande e Helena Castro. Musicista: Helena Castro. Direção Musical: Renata Mattar. Criação, Composições e Trilha Sonora: Renata Mattar. Cenário, Figurino, Artes Plásticas e Ilustrações: Telumi Hellen. Coreografia e Direção de Movimento: Letícia Doretto. Criação de Luz: Ricardo Silva e Eric Nowinski. Desenho e criação de Sombras: Bruno Rudolf. Coordenação de Produção: Simone Grande. Gravação e Edição da Trilha Sonora: Gustavo Finkler. Colaboração Musical: Helena Castro. Cenotecnia: Alicio Silva, Dandhara Shoyama, Giorgia Massetani, Juçara Bezerra e Mariana Maschiatto. Aderecista: Boneca de luva – Viviane Ramos. Costureira: Lia Albuquerque e Pedro Ávila. Operação de Luz: Ricardo Silva. Operação de Som: Lays Somogyi e Maria Lia. Operação de Sombra e Contrarregragem: J E Tico e Paulo Pellegrini. Visagismo: Armando Filho. Arte Gráfica: Clara de Cápua. Mídias Sociais: Jorge Ferreira. Fotografia: Beto Amorim. Produção Executiva e Administração: Regiane Rodrigues. Assistentes de Produção: Mariana S Pinheiro e Beatriz Real.
Espetáculo: BAILEMOS… que se acaba el mundo! – Uma áudio-obra interativa para bailar com o público . Companhia/Artista: BiNeural-MonoKultur. Argentina/Alemanha .
Dia 25 de setembro, quinta-feira, às 19h, no Centro Cultural Santo Amaro, e 27 de setembro, sábado, às 18h30, no Teatro Paideia.
Duração: 60 minutos. Classificação: +14. Idioma: Espanhol/Português. Ingressos: Gratuitos (Centro Cultural Santo Amaro) e R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) (Teatro Paideia)| Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)* Público: Máximo de 40 pessoas.
Bailemos… que se acaba el mundo! é uma obra performática, sonora e interativa que convida o público a dançar como se estivesse indo a uma boate local. Reflete sobre nosso comportamento, corpos e comunidade por meio da dança com o público. Você já ouviu falar das chamadas coreomanias? O que aconteceria se todos nós pegarmos uma epidemia de dança? Como o comportamento dos outros nos influencia? Que acontece com a sedução nos bailes? E em pandemias? Como nos relacionamos com os outros? Temos medo de dançar sozinhos? A peça propõe um jogo interativo que nos convida a refletir sobre essas questões enquanto fazemos o que mais gostamos: Dançar. Dançar antes de morrer.
A companhia argentina La Brizna, fundada em 2004, trabalha na fronteira entre realidade e ficção. Liderada por Ariel Dávila (Argentina) e Christina Ruf (Alemanha), a companhia, com sede em Córdoba, Argentina, se especializou em projetos que usam a tecnologia, como os “Audiotour”, para transformar espaços não convencionais em palcos. Com apresentações internacionais, incluindo no Brasil, o grupo busca experiências artísticas que conectam o público ao momento presente.
FICHA TÉCNICA:
Conceito, dramaturgia, direção, edição e produção geral: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeuralMonoKultur). Tradução em português: Alessandro Atanes. Coreografias: Florencia Baigorri e Adrián Andrada. Em cena: Florencia Baigorrí / Yani Caram + Adrián Andrada / Maximiliano Carrasco Garrido. Vozes em português: Ana Luiza Leão e Thomas Huszer
Design sonoro: Guillermo Ceballos. Design e realização de palco, equipamentos e iluminação: Agustina Marquez. Design gráfico: Natalia Rojo. Agradecimentos: Gustavo Blásquez
Performance: Uma Trajetória no Mundo das Formas Animadas. Artista: Carolina Chmielewski. Brasil – Canadá.
Dia 26 de setembro, sexta-feira, às 18h30, no Centro Cultural Santo Amaro.
Duração: 60 minutos. Classificação: 12+. Idioma: Português Ingressos: Gratuitos.
A atriz e manipuladora Carolina Chmielewski, com uma trajetória que inclui a Cia Paideia e a co-fundação do Théâtre de la flamme em Montreal, apresenta uma performance que mescla aula e relato pessoal. A artista, que atualmente vive no Canadá, compartilha sua jornada no teatro de formas animadas e os bastidores de sua criação mais recente.
A apresentação se aprofunda no processo de criação do espetáculo “La floraison des souvenirs”, uma obra de autoficção que aborda temas como a ausência paterna e a identidade. O público é convidado a explorar as técnicas que dão vida à boneca Sophie e a outros personagens.
FICHA TÉCNICA
Concepção, pesquisa e interpretação: Carolina Chmielewski. Concepção da marionete Sophie: Jesse Grindler e Cleo da Fonseca. Concepção de luz: Rogério Modesto
Espetáculo: Brutal . Companhia/Artista:Teatro da Pedra . São João Del-Rei, MG
Dia 26 de setembro, sexta-feira, às 20h30, no Teatro Paideia.
Duração: 70 minutos. Classificação: 16+ . Idioma: Português. Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)*
O coletivo mineiro Teatro da Pedra, com dez anos de história e presença internacional, leva ao palco o espetáculo Brutal, uma obra que confronta temas sociais indigestos. Conhecido por seu trabalho em comunidades de pequenas e médias cidades, o grupo aborda na peça questões como a fila do SUS. A fraude nas cotas. O sucateamento do transporte coletivo. O racismo. O machismo. A divisão sexual do trabalho. A violência sexual. A exploração dos corpos. O padrão de beleza inatingível. A ciência eurocentrada. A hipocrisia da classe média. A meritocracia. A produtividade. A escala 6X1.
As veias abertas pelas quais escoa o que resta de Nuestra América. O nosso não-lugar. A nossa identidade fraturada. Os diferentes sistemas de opressão que nos animalizam. Tudo isso é parte da matéria que constitui Brutal – um espetáculo tão indigesto quanto o capitalismo.
FICHA TÉCNICA:
Direção e dramaturgia: Juliano Pereira. Elenco: Elis Ferreira, Fernanda Nascimento, Gustavo Rosário e Priscila Mathilde. Músico: Guilherme Teixeira. Preparação vocal: Fernanda Nascimento e Guilherme Teixeira. Sonoplastia: Guilherme Teixeira. Operador de som: Héricles Gomes. Figurino: Olívia Lima do Ateliê Pano de Roda. Cenografia e iluminação: Teatro da Pedra. Fotografia e vídeo: Luana Longatti e Vinícius Cruz. Design gráfico: Dudu Canaan. Coordenação de comunicação: Najla Passos
Espetáculo: Brun Blaà. Companhia/Artista: Catarsis Arte para Infância e Juventude.Jundiaí, SP.
Dia 27 de setembro, sábado, às 11h, no Teatro Paideia.
Duração: 25 minutos de espetáculo + 25 minutos de exploração cênica. Classificação: Livre (Indicado para bebês até 3 anos). Idioma: Não verbal. Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)*
O núcleo Catarsis – Arte para Infância e Juventude, premiado e reconhecido por sua excelência, apresenta o espetáculo Ser de Passagem. Nesta montagem, a companhia explora a jornada da vida e a expansão da consciência. A peça aborda as escolhas, os encontros e a busca por pertencimento que marcam o desenvolvimento humano. O espetáculo é uma reflexão poética sobre a pulsação da vida, a percepção de nós mesmos e a relação com o mundo, convidando o público a se conectar com a beleza e os desafios de nossa existência.
Fundado em 2013, o grupo consolidou sua pesquisa em trabalhos autorais para crianças e adolescentes a partir de 2015, com destaque para as peças Scaratuja e Brun Blaà para bebês, e os premiados espetáculos É Tudo Família! e O Muro de Sam.
FICHA TÉCNICA:
Concepção e Pesquisa: Catarsis Arte para Infância e Juventude, Dramaturgia Final e Direção: Marcelo Peroni. Elenco: Ana Paula Castro e Vladimir Camargo. Cenografia e Desenho de Luz: Marisa Bentivegna. Projeto e Confecção dos Figurinos: Edivaldo Zanotti. Trilha Sonora Original: Gustavo Finkler e Renata Matar. Direção de Movimento: Vladimir Camargo. Adereços: Guilherme Blauth e Júlia Berro. Design Gráfico: Giovana Del Masso. Produção Executiva e Apoio Técnico: Aline Volpi
Espetáculo: m u m b l u. Companhia/Artista: Artefactos Bascos. Cunha/SP
Dia 27 de setembro, sábado, às 17h, no Teatro Paideia.
Duração: 40 minutos. Classificação: Livre – indicado para a primeira infância (0 a 6 anos). Idioma: Não verbal . Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)*
m u m b l u convida bebês e seus acompanhantes a brincar em uma paisagem imaginária feita de um grande papel prateado. A peça utiliza materiais como água e celofane azul para criar um universo de exploração e descoberta, onde o espaço se transforma com a presença dos participantes. Ortueta, que já apresentou seu trabalho em diversos países e é membro de redes de arte para a infância, celebra a criança como artista e o adulto como co-criador da experiência, transformando o palco em um ambiente de jogo e criação compartilhada.
O artista basco-espanhol Ieltxu Ortueta, radicado no Brasil e criador da plataforma ARTEFACTOS BASCOS, apresenta a peça. Conhecido por seu trabalho em arte para a primeira infância, Ortueta, que se dedica a projetos interativos e relacionais com crianças, traz ao público uma experiência que é tanto espetáculo quanto instalação artística.
FICHA TÉCNICA:
Criação, performance e espaço de jogo: Ieltxu Ortueta. Criação sonora: Gil Fuser. Consultoria em desenho de luz: Wagner Antônio e Guilherme Mascarenhas. Foto: Hussan Adin. Vídeo: Icarus Filmes. Produção: Adryela Rodrigues e Sendero Cultural. Agradecimentos e parcerias: Julio Dojcsar e Cauê Maia pela parceria e pelo espaço no Atelier Alex Vaullari, (Funarte/SP), Casa do Povo (Bom Retiro/SP), Roda de Código (Igor Medeiros (in memoriam), Ive Rubini e Rádio T.O.B.A), 28 Patas Furiosas (SP), Escola Municipal “Cantinho do Céu” Cunha (SP), Coelinho e GELAF (Cunha) e Maria Eugenia Cordero.
Espetáculo: Infâncias. Companhia/Artista: Cia. Paideia Jovem e Kinesis. São Paulo
Dia 27 de setembro, sábado, às 19h30, no Teatro Paideia
Duração: 50 minutos. Classificação: 14+. Idioma: Português. Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante).
O grupo, formado pela Cia Paideia Jovem e Kínesis (jovens dos núcleos de vivência teatral), surgiu de um projeto da Cia. Paideia de ampliar sua presença nas instituições e organizações que trabalham pela infância e juventude. A partir da pesquisa sobre os aspectos fundamentais da infância, o grupo vem estudando e colhendo histórias desde 2023 para este espetáculo performático. Inicialmente os integrantes do grupo revisitaram suas memórias, transformando em narrativa vivências nas quais perceberam que suas infâncias foram interrompidas. O principal intuito deste projeto foi poder levar para os mais diferentes espaços a possibilidades de crianças e jovens contarem as suas narrativas sobre a infância. Foram recolhidas dezenas de narrativas, em especial: na EMEF Carlos de Andrade Rizzini, E.E. Plínio Negrão e EMEF Prof. Mário Marques de Oliveira.
FICHA TÉCNICA:
Direção: Ana Luiza Junqueira. Organização dramatúrgica: Ana Luiza Junqueira. Elenco: Andressa Medeiros, Guilherme Felinto, João Figueiredo, Léo Brito, Luísa Crobelatti, Mayara Kelly e Viti Machado. Orientação Musical: Margot Lohn. Músicos: Cia. Paideia. Iluminação: Rogerio Modesto. Cenografia e figurino: Cia Paideia Jovem e Kínesis. Agradecimentos: Andreza Ferreira, Patrícia Ferreira de Lima, Eliane da Silva Espínola, Felipe Mota Prado, Tanija, Juliana Litvin de Almeida, Kelvin Tertuliano, Pedro Ramona e Robert Sousa.
Show: Samba da Ieda. Companhia/Artista: Samba da Ieda. País/Cidade: São Paulo.
Dia 27 de setembro, sábado, às 21h , no Teatro Paideia.
Duração: 60 minutos. Classificação: Livre. Idioma: Português. Ingressos: Gratuitos
Sonhar outros mundos passa, na vida cultural brasileira, por vivenciá-los no corpo, na síncopa sambada, no coro que canta la-la-iás que criam comunidades de pertencimento. O Samba da Ieda, busca, reverentemente, apresentar sua leitura da riqueza dessa tradição popular, convidando ouvintes à memória, à alegria e ao desejo de vivência em comunidade. O grupo busca promover encontros entre o repertório de sambistas do início do século XX (como Ataulfo Alves e Cartola) com o de compositoras e compositores contemporâneos (como Jonathan Silva, Dona Ivone Lara e Paulinho da Viola); entre as diversas linguagens musicais que marcaram a trajetória do samba no Brasil.
No Morro do Querosene, espaço tradicional de efervescência cultural de São Paulo, encontra-se o Bar da Ieda, que é conduzido por Ieda Ferreira. Cozinheira de mão cheia e sonhadora de formas de convívio que passam pela arte e pelo compromisso com a diversidade, Ieda generosamente cedeu seu espaço para formas de manifestação cultural como o carimbó, o forró e o samba. O Samba da Ieda tem esse nome em homenagem a esse protagonismo de Ieda. Os integrantes do grupo vêm de formações distintas – do choro, da escola de samba, do teatro de grupo, do jazz -, e desde 2011 percorrem a riqueza rítmica, melódica, harmônica e das possibilidades de imaginário que o gênero criativamente faz emergir.
FICHA TÉCNICA:
Voz: Camila Amorin. Baixo: Daniel Amorin. Percussão: Heverton Luigi. Violão e Voz: Marcos Iki. Cavaco: Nando Souza. Percussão e Voz: Rogério Modesto
OUTRAS ATIVIDADES
Oficina: Sobre Criar Espaços. Companhia/Artista: Eucir de Souza. São Paulo.
Dia 24 de setembro, quarta-feira, às 17h30, no Teatro Paideia.
Duração: 180 minutos. Classificação: 14+ (indicado para artistas, estudantes de teatro e jovens). Idioma: Português. Ingressos: Gratuito. Participantes: 30
Nesta oficina, os participantes exploram, por meio de jogos teatrais e conversas, suas necessidades e sentimentos mais profundos. O objetivo é descobrir o que cada um gostaria de expressar ou criar. O teatro e suas ferramentas são apresentados como um meio de materializar esses desejos e sonhos, mesmo que de forma temporária. A experiência busca abrir a mente para a possibilidade de viver essas aspirações na vida cotidiana.
O ator Eucir de Souza, formado pela Escola de Arte Dramática da USP, é reconhecido por sua versatilidade no teatro, cinema e televisão. Com mais de duas décadas de carreira, ele se destacou em diversas produções, como nos filmes O Menino da Porteira e Salve Geral. Além de atuar, Eucir dedica-se à direção e à formação de novos talentos, evidenciando seu compromisso com a arte.
Vivência: Bom dia, Mundo! Companhia/Artista: Trupe Alurô. João Pessoa, PB.
Dia 26 de setembro, sexta-feira, às 10h, no Teatro Paideia.
Duração: 90 minutos. Classificação:6+ . Idioma: Português. Ingressos: Gratuito. Participantes: 30
Esta vivência teatral procura construir um lugar acolhedor para ampliar a autonomia e a liberdade criativa das crianças, onde elas possam embarcar numa viagem guiada pela narração de contos, pelos elementos que compõem a natureza e por atividades que estimulem uma experiência estética e multissensorial, conduzida por aspectos da cultura africana e brasileira, numa conexão de histórias, memórias, tradições e sensações.
A Trupe Alurô, grupo de teatro fundado em 2022 por estudantes da Universidade Federal da Paraíba, estreou em 2023 com o espetáculo infantojuvenil “A Concha e a Sopeira”, que ganhou 11 prêmios. Em 2024, a Trupe desenvolveu o projeto sociocultural “Teatro, Infância, Juventude e Protagonismo”, oferecendo oficinas gratuitas e apresentações. O projeto incluiu a distribuição de um “Sopão Mágico” no bairro da Penha, em João Pessoa. O grupo é composto por sete membros dedicados a iniciativas artísticas e comunitárias.
FICHA TÉCNICA
Inspirado na Obra:”Dima, o passarinho que criou o mundo” de Zetho Cunha Gonçalves. Adaptação e Concepção: João Vitor Santos e Rute Prazim. Música Original: Rute Prazim. Performers/Condutores: Iago Andrade, Rute Prazim e Yhara Mirts. Produção: Thiago Reimberg. Assistência e Mídias: Mayara Santos.
Oficina: Vivências Dissidentes na Cena para Infâncias e Juventudes. Companhia/Artista: Cleiton Echeveste. Rio de Janeiro, RJ
Dia 27 de setembro, sábado, das 9h às 11h, no Teatro Paideia.
Duração: 120 minutos. Classificação: 14+. Idioma: Português. Ingressos: Gratuito. Participantes: 20
A oficina se propõe a ser um espaço seguro para uma abordagem prática sobre dissidências sexuais e de gênero na cena teatral para crianças e jovens. Serão abordados, entre outros, temas como bullying LGBTfóbico, identidades e saúde mental, em jogos de improvisação, a partir de dispositivos derivados da autoficção, da autoetnografia e do teatro psicofísico.
Cleiton Echeveste é ator, dramaturgo e diretor, com mestrado e doutorado em Artes Cênicas, é cofundador da Pandorga Cia. de Teatro, premiado por seu texto “Juvenal, Pita e o Velocípede”. Sua pesquisa foca em gênero e sexualidade no teatro para crianças. Ex-presidente do CBTIJ/ASSITEJ Brasil, colabora com redes internacionais de dramaturgia.
Oficina: Manipulação de Bonecos. Companhia/Artista: Carolina Chmielewski. Brasil/Canadá.
Dia 27 de setembro, sábado, das 10h às 13h, no Teatro Paideia.
Duração: 180 minutos. Classificação: Jovens a partir de 14 anos. Idioma: Português. Ingressos: Gratuito. Participantes: 20. *esta não é uma oficina de construção de bonecos.
A oficina tem como objetivo ensinar as bases de manipulação de bonecos, como a respiração, o olhar, o ponto fixo, as intenções e as emoções primárias. Carolina Chmielewski é atriz e marionetista de São Paulo, que atualmente mora em Montreal, Canadá, desde 2017. Trabalhou como atriz da Cia Paideia durante cinco anos e co-fundou a companhia Théâtre de la flamme ao lado de Cleo da Fonseca em 2020 em Montreal. Participou dos espectaculos de marionete Furioso do Théâtre de l’Œil e La floraison des souvenirs do Théâtre de la flamme.
Oficina:Melodrama. Companhia/Artista: Trupe de Truões. Uberlândia, MG.
Dia 27 de setembro, sábado, das 14h às 16h, no Teatro Paideia.
Duração: 120 minutos. Classificação: 14+. Idioma: Português. Ingressos: Gratuito. Participantes: 20
A oficina visa um apanhado sobre o gênero melodramático no Teatro e a experimentação de seus principais personagens tipos (mocinho apaixonado, sofredor e vilão), além de improvisações para criação de cenas curtas.
MINISTRANTES: Ricardo Augusto e Ronan Vaz – integrantes da Trupe de Truões. O grupo é de Uberlândia-MG, fundado em 2002. Eles são do núcleo regional do CBTIJ e operam como Ponto de Cultura. A trupe também mantém o Espaço Cultural Ponto dos Truões, um centro para apresentações, aulas de teatro e diversos eventos culturais.
MESA DE REFLEXÃO
Mesa de Reflexão: Encontro – As Representações das Infâncias com Gabriela Romeu
Dia 25 de setembro, quinta-feira, às 16h30, no Centro Cultural Santo Amaro.
Duração: 90 minutos. Classificação: Livre. Idioma: Português. Ingressos: Gratuito.
Gabriela Romeu conduzirá uma conversa com os grupos de teatro do XIX Festival Internacional Paideia de Teatro para a Infância e Juventude, abordando temas pertinentes às representações das infâncias no teatro. A profissional é escritora, jornalista e crítica, essa profissional tem mais de 25 anos de experiência na área de infância, com foco em literatura e teatro.
Mesa: Perspectivas do Teatro para Infância e Juventude.
Dia 26 de setembro, sexta-feira, às 15h30, no Teatro Paideia.
Duração: 90 minutos. Classificação: Livre. Idioma: Português. Ingressos: Gratuito.
Mediação: Aglaia Pusch. Convidados: Bernardo Galegale, Paulo Merísio e Sandra Vargas.
A mesa de reflexão trará para debate um panorama nacional e internacional do teatro para a infância e juventude, tendo como foco questões a respeito de organizações, políticas públicas e movimentos que apoiam ou desenvolvem trabalhos que garantam a continuidade da produção teatral para crianças e jovens das mais distintas origens.
Sobre os artistas:
Bernardo Galegale é Doutor pela USP, foi professor na FMU, diretor e fundador da Ex Companhia e do MOTIN. Atualmente, ele gerencia projetos no Instituto Brasileiro de Teatro (iBT), tendo também atuado como coordenador na Secretaria Municipal de Cultura.
Paulo Merísio é um artista e acadêmico renomado, atuando como ator, diretor e cenógrafo. Sua influência se estende internacionalmente, com cargos importantes na ASSITEJ Internacional, incluindo o de vice-presidente e presidente da ITYARN. Além disso, ele foi coordenador da área de Artes na Capes no período de 2021 a 2024.
Sandra Vargas é diretora, dramaturga, atriz e manipuladora, cofundadora do Grupo Sobrevento, uma das companhias teatrais mais importantes do país e referência internacional no Teatro de Bonecos, de Objetos e de Animação. Pioneira na difusão do Teatro para a Primeira Infância no Brasil, mantém intercâmbio com artistas e companhias de renome internacional e idealizou a Mostra Internacional de Teatro para Bebês – Primeiro Olhar.
Mesa: Primeira Infância no Teatro.
Dia 27 de setembro, sábado, às 14h30, no Teatro Paideia.
Duração: 90 minutos. Classificação: Livre. Idioma: Português. Ingressos: Gratuito.
Mediação: Ana Luiza Junqueira. Convidados: Marcelo Peroni, Ana Paula Castro, Vladimir Camargo (Catarsis Teatro) e Elenira Peixoto.
A mesa de reflexão propõe o diálogo sobre teatro para a primeira infância entre o núcleo Catarsis e a co-fundadora da Cia. Zin., Elenira Peixoto. A proposta da mesa mescla uma conversa a respeito do espetáculo Brun Blaà e de como tem se pensado a linguagem de teatro para bebês no contexto brasileiro nos dias atuais.
Catarsis: O núcleo Catarsis – Arte para Infância e Juventude é um grupo artístico fundado em 2013 que se dedica à criação e produção de espetáculos e eventos com foco no público infanto-juvenil. Desde 2015, o grupo tem se concentrado em projetos autorais após uma residência artística na Itália.
Elenira Peixoto: Atriz, arte-educadora e contadora de histórias, mestranda na USP, pesquisando teatro para bebês. Desde 2000, atua como professora de teatro e fundou a Cia Zin, dedicada à primeira infância.
SOBRE A CIA. PAIDEIA
A Cia. Paideia comemora 27 anos de existência!
Desde a sua fundação, em 1998, cria espetáculos para a infância e juventude. Suas narrativas, sempre construídas a partir do protagonismo da criança, cavaram um espaço onde a voz de novas gerações pudesse ser ouvida. Ao longo dessas quase três décadas, ampliou seu projeto com o objetivo de alcançar os lugares hoje habitados pela infância e juventude.
Encontrou parceiros fundamentais para esta caminhada partilhada “onde decidimos se amamos nossas crianças o bastante para não expulsá-las de nosso mundo e abandoná-las a seus próprios recursos, e tampouco arrancar de suas mãos a oportunidade de empreender alguma coisa nova e imprevista para nós”, como disse Hannah Arendt.
A Cia. Paideia criou fortes laços com artistas que fazem de suas pesquisas o sentido da sua existência no mundo. O Festival Internacional Paideia de Teatro para a Infância e Juventude: uma janela para a utopia é uma comemoração anual que celebra a infância e a juventude como a vida imprescindível à sociedade
FICHA TÉCNICA DO FESTIVAL:
Curadoria e Direção Artística: Aglaia Pusch
Produção Geral: Luísa Crobelatti
Assistente de produção: Thiago Reimberg
Apoio à produção: Ana Luiza Junqueira
Administração e Coordenação Financeira: Suzana Azevedo
Direção Técnica: Rogério Modesto
Coordenação de Alimentação: Ana Luiza Junqueira
Coordenação da Cozinha: Daniel Anacleto e Regina Gomes
Assistente de Cozinha: Robert Sousa e Felipe Miranda Rodrigues
Apoio à cozinha: Carmelita Fernandes Tavares, Elizabeth Ferreira e Nadir Pedroza
Coordenação de Café: Léo Brito
Apoio ao Café: Viti Machado
Coordenação da Lojinha Paideia: Mayara Kelly
Apoio à tradução: Ana Luiza Junqueira, Margot Lohn e Suzana Azevedo
Coordenação de Comunicação: Margot Lohn
Apoio à Comunicação: Ana Luiza Junqueira, Luísa Crobelatti e Suzana Azevedo
Programador de site: Guilherme Felinto
Apoio ao site: Enric Granzotto Llagostera
Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes
Vídeos de divulgação: Hans Marin
Vinhetas: Birgit Schöne (Arte Visual), Hans Marin (Animação), Margot Lohn (Música) e David Kullock (Assobio)
Equipe de Mídias Sociais: Giovanna Guimarães (Designer) e Tamara Rodrigues (Social Media)
Designer Gráfico e Diagramação: Tatiana Bezerra
Ilustração da capa: leda Romero e Geninho Galvão
Fotografia: Dani Sandrini
Registros: João Vitor Figueiredo, Leticia Siqueira e Yohanna Rodrigues
Coordenação de Bilheteria e Relação com Escola: João Vitor Figueiredo
Apoio Geral: Cíntia Donatelli, Jovens e Professores da Paideia e Noah Abedi
Cia. Jovem: Guilherme Felinto, João Vitor Figueiredo e Luísa Crobelatti
Cia. Paideia de Teatro: Aglaia Pusch, Ana Luiza Junqueira, Margot Lohn, Rogério Modesto e Suzana Azevedo.
AGRADECIMENTOS: Júlio César Doria, Michele Menezes e Morizi Salles
A Cia. Paideia gostaria de fazer um agradecimento especial ao Amauri Falseti pelos 18 anos de direção artística e realização do Festival.
Agradecemos as doações de Anna, Cintia Donatelli, Isabel Abedi, Marissa Histermann, Paul Maar e Samuel Horsch que contribuíram para a realização deste Festival.
Agradecemos a parceria do Sesc São Paulo. Agradecemos o apoio do Centro Cultural Santo Amaro e ao Teatro Paulo Eiró pela cessão do espaço.
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