A Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itacoatiara conquistou o 1º lugar na categoria Educação em Saúde – Modalidade Resumo Simples, no 6º Congresso Internacional Transdisciplinar e Congresso Interligas. A premiação foi para o projeto de extensão que levou informação e sensibilização sobre o câncer do colo do útero junto as adolescentes da Escola Estadual Deputado Vital de Mendonça, no interior do Amazonas.
A iniciativa, desenvolvida pelos acadêmicos de Medicina, Monalisa Galvão Aguiar e Válber Lima de Oliveira Junior, sob orientação do professor Alessandro Pará Pinheiro, foi reconhecida entre dezenas de trabalhos científicos, pela relevância social e pelo impacto na promoção da saúde.
O projeto foi desenvolvido com três turmas do segundo ano do ensino médio, alcançando 98 estudantes entre 15 e 18 anos. A atividade combinou palestras, dinâmicas e jogos educativos para aproximar os jovens do tema e incentivar práticas de prevenção.
A proposta do projeto surgiu da observação dos estudantes de Medicina sobre a dificuldade de alcançar o público adolescente com informações claras e acessíveis sobre uma das doenças mais incidentes entre mulheres da região Norte. A metodologia incluiu rodas de conversa, quiz interativo e a distribuição de um folder digital com os principais conteúdos abordados, o que permitiu levar o aprendizado também a professores e familiares.
Para o professor Alessandro Pinheiro, mestre em Saúde Pública, o reconhecimento reforça a importância da prática extensionista na formação médica. Segundo ele, o projeto aproximou os alunos da realidade da comunidade e consolidou a missão da Afya de unir teoria e prática desde o início da graduação.
“Essa conquista mostra o impacto positivo da educação em saúde e da extensão universitária na formação de profissionais mais sensíveis, empáticos e comprometidos com o bem-estar coletivo”, destaca o docente.
“A vitória reflete o compromisso da Afya Itacoatiara com uma formação médica que ultrapassa as salas de aula e alcança a comunidade”, afirma Soraia Tatikawa, diretora geral da unidade. “O reconhecimento internacional demonstra que nossos estudantes estão preparados para exercer a Medicina com propósito, ciência e responsabilidade social — levando conhecimento, cuidado e transformação para onde mais se precisa”, acrescenta.
A iniciativa tem especial relevância para o Amazonas, que projeta 610 novos casos de câncer do colo do útero em 2025, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). O estado ocupa uma das primeiras posições no país em incidência e mortalidade, com taxa superior a 30 casos por 100 mil mulheres, quase três vezes acima da média nacional.
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