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Instituto Cidades Invisíveis transforma mais de 36 mil vidas em 2025

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O Cidades Invisíveis, organização social criada em 2012, consolidou em 2025 um ciclo marcado pelo fortalecimento institucional e pela qualificação das ações nos territórios onde atua. Ao longo do ano, mais de 3,5 mil pessoas foram atendidas diretamente pelos projetos sociais da organização, enquanto o impacto indireto ultrapassou 32,5 mil vidas.

O trabalho foi sustentado por uma estrutura contínua, com 30 projetos ativos e sete Programas Bonsai em funcionamento, voltados às áreas de educação, cultura, esporte, cidadania e saúde. A operação contou com uma equipe de 36 profissionais da área social e o apoio de 81 voluntários, reforçando uma atuação baseada em especialização técnica e envolvimento comunitário.

A expansão das frentes de atuação ocorreu de forma qualificada. Em Niterói (RJ), a inauguração do Bonsai Preventório ampliou a presença no Estado com aulas regulares de capoeira e dança. Em Santa Catarina, a abertura da Casa Cidades Invisíveis, no centro de Florianópolis, fortaleceu a base institucional e diversificou a oferta de atividades, como informática, corte e costura, yoga, muralismo e jiu-jitsu. Já no Rio Grande do Sul, o Bonsai Canela registrou crescimento de 350% no volume de atendimentos ao longo do ano.

Em 2025, o instituto também avançou nas ações de ressignificação urbana. Por meio do programa RUA (Ressignificação Urbana e Artística), foram revitalizados 770 metros quadrados de espaços públicos, incluindo a Galeria de Arte do Morro do Mocotó e áreas do Centro Leste de Florianópolis, fortalecendo o uso coletivo e os vínculos comunitários.

Na área de captação de recursos, o Leilão Cidades Invisíveis bateu recorde histórico ao arrecadar R$ 3 milhões na edição realizada em São Paulo e passou a integrar o calendário nacional, com uma edição inédita em Brasília. No mesmo período, o programa Pontes e Conexões ampliou parcerias estratégicas, viabilizando iniciativas como a implantação de uma unidade móvel de saúde bucal na capital federal.

Nos eixos de esporte e cidadania, os resultados reforçam a efetividade das ações. Todos os 24 atletas atendidos que participaram de competições conquistaram medalhas. Já na garantia de direitos, foram realizados dois Mutirões da Cidadania na Comunidade Frei Damião, com atendimentos voltados à emissão de documentos essenciais.

Com esse conjunto de entregas, o Cidades Invisíveis encerra o ano projetando um novo ciclo de desenvolvimento. Para 2026, a organização prevê ampliar parcerias, fortalecer a governança institucional e expandir o Programa Bonsai com novas oficinas.

“2025 foi o ano em que fortalecemos nossas raízes, qualificamos processos e aprofundamos vínculos. Os Bonsais se tornaram mais sólidos, ainda mais preparados e conectados com as reais demandas das comunidades. Em 2026, seguimos com o compromisso de crescer com consistência, ampliando impacto com responsabilidade, escuta e presença contínua”, afirma Paula Mello, Gestora Social do Instituto Cidades Invisíveis.

Sobre o Cidades Invisíveis

Fundado em 2012, em Florianópolis (SC), o Cidades Invisíveis é uma organização social que atua na transformação de realidades e na redução da pobreza e da desigualdade. Presente em diferentes cidades do país, desenvolve projetos em parceria com artistas locais e nacionais, revertendo recursos para ações de impacto social em comunidades de Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul. Alinhado à Agenda 2030 da ONU, o instituto já destinou mais de R$ 5 milhões a projetos sociais ao longo de sua trajetória.

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