A arquiteta e urbanista Melissa Toledo, vice-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amazonas (CAU-AM), celebrou no 4 de novembro, a conquista DE ESTAR INSERIDA APÓS eleição para o Comitê de Saneamento Básico da Microrregião do Amazonas, promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (SEDURB). O assento do comitê será ocupado pelo CAU-AM, marcando a ampliação da atuação da arquitetura e do urbanismo nas decisões estratégicas sobre infraestrutura e políticas públicas no estado.
Para Melissa, a eleição representa um reconhecimento da importância técnica e social dos arquitetos e urbanistas na formulação de políticas de saneamento, que envolvem diretamente o planejamento territorial, a gestão de recursos e a qualidade de vida nas cidades amazônicas.
“Recebo essa conquista com muito entusiasmo e orgulho. Ser eleita como representante do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amazonas para compor um comitê de saneamento básico é, acima de tudo, um reconhecimento do papel estratégico da nossa profissão. É a ampliação do espaço de atuação da arquitetura e do urbanismo em decisões que impactam diretamente o território e as pessoas”, destacou Melissa.
A arquiteta ressaltou que estar no comitê é unir técnica e compromisso social, princípios que orientam a atuação dos profissionais da área:
“A presença do CAU-AM neste comitê representa a oportunidade de contribuir para a construção de políticas públicas que integrem o saneamento ao planejamento urbano, de forma estratégica e sustentável. É um fortalecimento da presença dos arquitetos e urbanistas nos espaços de decisão do nosso estado.”
A contribuição do CAU-AM no Comitê
A eleição, que envolveu entidades técnicas e organizações da sociedade civil, reconheceu o CAU-AM como uma das instituições com maior representatividade técnica e compromisso com o desenvolvimento urbano sustentável. Segundo Melissa, a presença do Conselho trará um olhar integrado e qualificado para o debate sobre saneamento no Amazonas, considerando as particularidades territoriais e culturais da região.
Entre os pontos defendidos pela arquiteta estão:
Planejamento urbano-territorial: o uso racional do solo é essencial para a infraestrutura de saneamento em áreas complexas, como comunidades ribeirinhas e indígenas.
Visão integrada da cidade: o saneamento básico precisa dialogar com habitação, mobilidade, meio ambiente e infraestrutura, evitando soluções isoladas.
Defesa da população vulnerável: o CAU-AM atua como voz técnica e ética pelo acesso universal ao saneamento, sobretudo em áreas periféricas e comunidades tradicionais.
Soluções adaptadas à realidade amazônica: o urbanismo tem capacidade técnica para propor alternativas adequadas ao clima, à geografia e à cultura local, valorizando saberes dos povos originários.
Elaboração de políticas públicas qualificadas: o Conselho reforça a formulação de políticas urbanas baseadas em dados técnicos, estatuto da cidade e princípios da sustentabilidade.
Atuação interdisciplinar: o saneamento exige integração entre engenharia, saúde pública, meio ambiente e urbanismo, com o CAU-AM representando uma das áreas técnicas fundamentais.
Melissa Toledo encerrou destacando que a eleição do CAU-AM representa um avanço na construção de cidades mais equilibradas e humanas:
“É um passo importante para consolidar uma visão integrada do território, onde infraestrutura, meio ambiente e urbanismo caminham juntos em prol de um desenvolvimento que respeite o ser humano e a diversidade amazônica.”
A participação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amazonas no Comitê de Saneamento Básico simboliza um marco na valorização da arquitetura e do urbanismo como pilares para o desenvolvimento sustentável e inclusivo do estado.
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