A segunda edição do Festival Amazônia Queer chega a Alter do Chão entre os dias 18 e 20 de dezembro de 2025, transformando o Espaço Alter em um grande território de convivência, arte e afirmação LGBTQIAPN+. Durante três dias, o público terá acesso a apresentações musicais, rodas de conversa, feira criativa e atividades que destacam a pluralidade das cenas culturais do Norte, tudo com entrada gratuita.
A programação reúne nomes de várias cidades amazônicas e reforça a circulação entre diferentes territórios. Entre os destaques, estão Suraras do Tapajós, Raidol, AQNO e RAWI, além de uma line-up que inclui As Karuana, Coletivo de Mestres, Boto Cor de Rosa, Boto Tucuxi, DJ Pedrita, DJ Scarlety, DJ Robacena, Yuri Dias, Jimy Herison, o duo DJ Diuary & Bruno Ferreira (B2B), Princesinha do Xingu e DJ Noologia, conectando artistas de Santarém, Belém, Altamira, Marabá e Manaus.
Selecionado pela Lei Rouanet Norte e realizado pelo Selo Alter do Som, com patrocínio do Banco do Brasil, o festival se consolida como um encontro transamazônico que projeta a produção queer da região para o cenário nacional. A edição marca também o retorno às atividades presenciais, após a versão digital de 2021, intensificando o diálogo entre artistas indígenas, ribeirinhos, urbanos e periféricos.
Para Gabriel Rego Licata, coordenador geral do projeto, o evento se afirma como um espaço de respiro e reconstrução coletiva:
“O Amazônia Queer é um território onde nossas narrativas florescem sem precisar pedir permissão. É sobre ocupar a floresta com nossa arte, nossos afetos e a certeza de que a Amazônia também é queer.”
RAWI, artista convidada e diretora artística desta edição, reforça o caráter político e sensível da programação:
“Estamos criando um lugar de encontro, reconhecimento e cuidado. É um convite para que a gente se veja, celebre nossas memórias e fortaleça esse território a partir de quem nós somos.”
Mais que um evento cultural, o Amazônia Queer se confirma como plataforma de resistência, visibilidade e reinvenção. Ao centralizar vozes e estéticas historicamente marginalizadas, o festival fortalece Alter do Chão como polo de produção artística e posiciona a arte queer amazônica no centro das conversas sobre identidade, diversidade e futuro no país.
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