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Marciele Albuquerque brilha em noite histórica e Caprichoso leva multidão ao delírio no Sambódromo

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Com casa cheia e torcida em êxtase, “Brinquedo Que Canta Seu Chão” estreia em grande estilo e reafirma a força da cultura bovina em Manaus

A força de um povo, o som de uma nação e a emoção de um espetáculo inesquecível. Assim foi a noite deste sábado (25/04), quando o Sambódromo de Manaus se transformou em um mar azul e branco para o lançamento do álbum 2026 do Boi Caprichoso, “Brinquedo Que Canta Seu Chão”.

A resposta do público foi imediata e avassaladora. Com arquibancadas lotadas e uma multidão vibrante, o evento ultrapassou expectativas e exigiu até a liberação de novos espaços para acomodar a torcida. O cenário não deixava dúvidas: a temporada bovina começou com intensidade máxima.

A programação abriu em clima de aquecimento com os toadeiros Alonso Júnior e Júlio Persil, preparando o terreno para uma noite que cresceria em emoção a cada apresentação. Edilson Santana manteve a energia elevada, seguido pela potência de Arlindo Neto e Klinger Jr., que conduziram o público por um repertório de sucessos já consagrados.

Mas foi no espetáculo principal que a noite atingiu seu ápice. Sob o comando de Edmundo Oran e com a voz marcante de Patrick Araújo, a arena pulsou em coro coletivo. As novas toadas rapidamente foram incorporadas pelo público, que cantou em uníssono faixas como “É Hoje”, “Brinquedo Que Canta Seu Chão” e “Lá Vem o Boi”.

A presença de Caetano Medeiros trouxe o tom tradicional e desafiador do amo do boi, enquanto os itens oficiais transformaram o palco em uma verdadeira celebração estética e cultural. A evolução do boi ao som de “Malúù Dúdú” levou o público ao delírio, seguida por apresentações marcantes de Valentina Cid, Marcela Marialva e Cleise Simas.

Um dos momentos mais aguardados foi a entrada de Marciele Albuquerque, recebida com emoção pela torcida. Sua apresentação simbolizou não apenas o brilho individual, mas a conexão profunda entre artista e nação.

A noite ainda mergulhou em uma atmosfera ancestral com a performance tribal conduzida pelo CDC Manaus e pelo pajé Erick Beltrão, reforçando a identidade amazônica presente no espetáculo. A Marujada de Guerra emocionou ao homenagear o marujeiro Bacuri, traduzindo em ritmo décadas de história e dedicação.

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