Organizado em forma de sarau, o encontro reunirá artistas da periferia em performance de dança, música e poesia na Casa Sereia Mística
MANAUS – No próximo dia 6 de junho, sábado, acontece o evento “Baile Rima de Cima – O Norte é Resistência” na casa Sereia Mística, localizada na Rua Luiz Antony, 397 – Aparecida, Centro de Manaus. A festa que é um verdadeiro sarau reunindo dança, música e poesia tem início às 20h e é uma promoção do Coletivo Rima de Cima AM. Os ingressos estão ao valor de R$20, mas, quem levar uma garrafa PET paga apenas R$15. A promoção acontece por ocasião do Dia Mundial do Meio Ambiente. No espaço do Sereia o publico terá: Rap, Poesia Slam, performance de dança e Microfone Aberto.
De acordo com o rapper Denny Vira Lara, um dos expoentes do movimento, o baile é uma continuidade das ações coletivas.
“O evento é a continuação de atividades do Coletivo ‘Rima de Cima AM’ e vai ser uma festa semelhante a um sarau onde teremos atrações musicais, performance de dança e poesia nos intervalos”, detalhou. Ainda de acordo com o artista, o “Baile Rima de Cima – O Norte é Resistência” tem como objetivo principal dar visibilidade à música e a poesia da periferia, feita pelos artistas do movimento hip hop e cujo papel é gerar renda justa a esses trabalhadores e trabalhadoras da cultura”, destacou.
Agenda
Questionado se outras edições do “Baile Rima de Cima – O Norte é Resistência” irão acontecer após a edição do Seria Mística, o artista Denny Vira Lata, que é um cantor de rap manauara e ativista negro da periferia respondeu:
“Não com o mesmo nome, mas enquanto coletivo pretendemos fazer um evento por mês, possivelmente em locais diferentes e com outras tematicas também”, adiantou.
Integrado, Denny Vira Lata fez questão de apresentar os protagonistas do evento no próximo dia 6 de junho:
“O Coletivo, tem 11 integrantes, mas, nesse evento estão trabalhando diretamente a Cida Hariporia, Lanna, Miguel Maia, DJ Sanci, Ana Cristina e Markinho Lado Bom, todos altamente comprometidos em fazer valer o espírito coletivo e a união em torno da arte periférica enquanto instrumento de educação e conscientização para uma sociedade mais justa e igualitária”, finalizou.
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