Após conquistar o 9º Prêmio Nacional de Inovação, na categoria Transição Energética – Descarbonização, a Tutiplast reforça o seu posicionamento estratégico na indústria alinhado à Missão 5 da Nova Indústria do Brasil (NIB), política industrial coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A iniciativa tem como foco impulsionar a bioeconomia, a descarbonização e a transição energética no país.
A Missão 5 da NIB integra o plano nacional de reindustrialização e busca posicionar o Brasil como um dos protagonistas globais na economia verde, estimulando o uso sustentável da biodiversidade, a redução das emissões de carbono e o fortalecimento de cadeias produtivas inovadoras. Entre as metas, estão a ampliação do uso de biocombustíveis na matriz energética e o avanço de tecnologias alinhadas à sustentabilidade na indústria.
O projeto premiado da Tutiplast se encaixa diretamente nos objetivos da Missão 5 ao propor a substituição parcial de resinas termoplásticas por biomateriais provenientes da Amazônia. Essa iniciativa contribui para reduzir a dependência de insumos fósseis e fomentar uma cadeia produtiva mais sustentável, com impacto ambiental, social e econômico na região.
O Prêmio Nacional de Inovação é realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Sebrae em parceria com o Sesi, Senai e IEL, e reconhece iniciativas que promovem ganhos de competitividade e sustentabilidade na indústria brasileira. A articulação com políticas públicas de desenvolvimento industrial também envolve instituições como a FINEP e a FIEAM.
“Estamos direcionando nossos esforços para o alcance das metas da Missão 5 da Nova Indústria Brasil, desenvolvendo soluções que conectam inovação, bioeconomia e descarbonização. Acreditamos que a indústria tem um papel estratégico na construção de modelos produtivos mais sustentáveis, especialmente a partir do potencial da Amazônia”, afirma Fábio Calderaro, gerente de Novos Negócios da Tutiplast.
Com iniciativas alinhadas às diretrizes da NIB, a Tutiplast se posiciona como um dos exemplos de como a inovação baseada na bioeconomia pode contribuir para a transição ecológica e para a construção de um modelo industrial mais sutentável.
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